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Exclusivo: MIX bate um papo com o DJ e produtor PRINSH

A MIX bateu um papo exclusivo com o DJ e produtor gaúcho Thales Neves, também conhecido como PRINSH. O músico tem ganhado cada vez mais destaque na cena eletrônica, e conversou com a MIX sobre carreira, influências, e a música eletrônica no Brasil.

MIX: Você se lembra qual foi o seu primeiro contato com a música? E suas principais inspirações no início da carreira? Elas (inspirações) mudaram com o passar do tempo?

PRINSH: Então meu primeiro contato foi com meus 12 anos de idade! A história é bem longa de lá pra até agora, então vou falar dos meus últimos 5 anos que é onde criei o PRINSH.

O projeto PRINSH foi criado através de um festival holi que toquei com Alok, logo depois de me apresentar Alok disse que precisava trocar meu estilo de som e ir para um som diferente. Nisso comecei a cuidar os estilos de músicas que os brasileiros estavam fazendo e tentei me adaptar e criar o meu estilo junto com o estilo do momento. A minha inspiração sempre foi musicas com “ Vocal “ e acredito que isso nunca mudou meu estilo com o passar do tempo. Sempre vou criar musicas com vocal que é o que eu realmente gosto.

MIX: Você é de Imbé, Rio Grande do Sul. Como é o cenário musical por lá, em especial, a música eletrônica?

PRINSH: O cenário na minha cidade não é dos melhores, mas desde que comecei a tocar, já fazia minhas próprias festas e nisso o cenário foi mudando. Hoje com o projeto PRINSH tenho apoio das prefeituras regionais para a promoção do meu projeto e nisso estamos planejando bastante coisa para os próximos anos.

MIX: Você sente diferença entre o público brasileiro e o público de outros países?

PRINSH: Então, sentir diferença eu não posso dizer que sinto, pois fui 1x somente para tour internacional na (Austrália), e lá consegui ver que: a cena da música eletrônica é digamos que “POP” como nossa vertente aqui no Brasil é o Sertanejo e o Funk, lá fora pelo menos eu vejo que a música eletrônica em si é o POP.

MIX: Você prefere se apresentar numa casa de shows fechada, mais intimista, ou em um festival, espaço aberto? Existe diferença, inclusive no seu set com relação a isso?

PRINSH: Então, eu nunca tive essa preferência por lugares fechados ou abertos, acredito que cada lugar tem seu momento. Eu nunca fui de montar um setlist antes pra me apresentar, eu sempre tenho minhas pastas de músicas com os estilos que gosto (da Música Eletrônica) separadas e vou conforme a pista pede. Eu nunca fui de criar um rotulo ou gênero específico nos meus sets. Claro que tudo que toco é interligado a música eletrônica.

MIX: Como é a sua playlist pessoal? Aqueles artistas que nunca saem da sua playlist não importa o tempo que passe.

PRINSH: Minhas playlists são sempre diversificadas com artistas que me agradam. As vezes um artista do Tech House lança umas 4 musicas que eu gosto, eu sigo ouvindo. Tem vezes que artistas do Progressive House lançam músicas e eu continuo acompanhando. Como eu disse: Não tenho um artista preferido e sim músicas preferidas.

MIX: Quais são seus próximos projetos, e possíveis parcerias?

PRINSH: Tenho 3 lançamentos na gravadora SUITOR da Russia, 1 lançamento na Ultra Music do Estados Unidos, 1 Remix oficial para as meninas do NERVO, Remix oficial para a LUKA da música “Tô Nem Aí” e mais uns projetos em offline que acredito que ainda não posso contar. Mas já adianto: VEM COISA GRANDE!

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